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Serra de Guara – canyoning e via ferrata

Segue-se uma reportagem sobre o estágio da Escola de Montanha, realizado na Serra de Guara, com atividades de canyoning e uma via ferrata. Apresentamos um descrição detalhada das atividades e informações adicionais para quem pretender viajar para realizar atividades nesta região.

Um agradecimento aos participantes por tornarem o estágio possível, por acreditarem na Escola de Montanha e pela disponibilidade para todas eventualidades. Agradecimento também ao Jorge Ferreira, pelo acompanhamento técnico, ao Miguel Catita, pelas informações e uma palavra amiga, e ao Iñaki, pela acolhimento, na Guara Natura.

Barranco Formiga

Canyoning na Serra de Guara

Esta primeira fotografia representa bastante bem o tipo de canyons que fizemos em Guara, na sua maioria lúdicos, de baixa dificuldades, com alguma água, encaixados em gargantas estreitas de conglomerado ou calcário. As nossas escolhas recaíram sobre alguns dos rios mais comerciais, consequentemente, mais divertidos, mas também mais massificados. Tivemos uma disciplina de acordar sempre cedo, para estar no parque de estacionamento de cada canyoning, antes das 9h e, ainda assim, nunca fomos os primeiros a entrar. Tínhamos sempre 3 ou 4 grupos à nossa frente e dezenas, atrás de nós. Sempre que parávamos, era vê-los passar…

Decidimos ficar alojados em Bierges, por ser uma zona central para irmos a vários canyons e por sugestão do guia tuga local Miguel CAtita. Ficamos na Guara Natura, um descontraído alojamento dum guia de canyoning, chamado Iñaki. Entrega-nos a chave de casa e diz para ficarmos à vontade e à vontadinha. Ficamos satisfeitos com a simpatia, o tratamento e atenção, que na verdade era quase nenhuma, o que nos deixava, perfeitamente à vontade.

1º dia – Óscuros de Balces:

Um barranco muito curto, com uma aproximação longa (para primeiro dia). Estão descritos 45′, mas para quem vai cansado pode chegar a 1h, a subir, no início e depois a descer até ao barraco. Mas é uma linda aproximação, onde se poderão ver grandes aves (Quebrantahuessos), sobre as nossas cabeças. Já no barranco, continuamos com uma caminhada com água pelos tornozelos, até começar o barranco propriamente dito, onde nos equipamos.

A primeira parte é um caos de blocos amontoados numa garganta com mais de 100 de altura, entre os quais furamos com tobogãs, destrepes, sifões (facultativos) e apenas um rapel de cerca de 7m.

A segunda parte é uma estreita garganta, a rondar 1m de largura, com paredes com mais de 30m de altura acima das nossas cabeças. A progressão faz-se caminhando na água, nadando, alguns saltos e alguns sifões (facultativos.). Um segundo rapel curto, mais uns metros de garganta, um salto final, que se pode repetir e estamos fora do canyoning. Apanhamos um pouco de sol, comemos, relaxamos e caminhamos mais 30′ a 45′ de subida, de volta aos carros.

Apesar de curto, é uma das pérolas obrigatórias de Guara, pela sua beleza e encaixe. Tem sempre muita gente a descer, mas a um ritmo fluído, porque tem poucas e curtas técnicas de cordas. Tem sempre água e com sorte, estará límpida, podendo ver-se o fundo em algumas zonas. Entrar cedo favorece na transparência da água, na quantidade de pessoas e torna a aproximação mais fresca.

Entrando cedo, resta tempo para outra atividade…

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2º dia – Peonera Inferior

Para o segundo dia, escolhemos uns dos canyoning mais massificado da região e, quem sabe, Europa. É um canyoning aquático, sem técnicas de cordas, mas muito divertido e com um “entorno” extraordinário. Apesar de “básico” e massificado, recomenda-se descê-lo, pelo menos, uma vez. (Pessoalmente, já desci 3)

Torna-se mais fácil com logística de viaturas, deixando um carro no parque final e indo com outro para a entrada. Aproximação dura cerca de 30′, mas é fácil por ser plana e a descer, com alguns destrepes mais severos, quando nos aproximamos da água. Mas passam por lá centenas de clientes por dia, sem experiência de canyoning, pelo que não poderá ser muito difícil. É possível fazê-lo só com uma viatura, com uma grande aproximação, ou fazendo apenas, parte de baixo, do troço inferior.

O barranco começa “com água” e segue sempre com água, com destrepes, grutas, sifões, alguns rápidos para posição floating. O caudal estava médio/baixo. Depois de o conhecer assim, seria muito interessante descer este canyoning, com mais 1m de água. Esta primeira parte termina numa zona aberta, junto duma famosa fonte de água muito fresquinha, com uma mesa perfeita para uma paragem e um snack.

A segunda parte é mais aberta e cheia de saltos divertidos até ao famoso salto de Bierges, agora proibido pelas entidades locais.

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3º dia: Formiga + Gorgonchon

O nosso plano não era rígido e as decisões iam sendo tomadas, em função das vontades e outras possíveis condicionantes. Estava previsto realizarmos uma via ferrata no final de cada dia, mas o calor e o cansado acumulado da viagem, deixaram-nos colados às cadeiras de descanso, à sombra, música e às cañas, na zona de repouso da Guara Natura. Muito bom!

Neste terceiro dia, começamos, então, por um barranco, “quase” obrigatório para conhecer e descer uma vez. Fica nos limites do parque natural, é muito acessível, comercial e razoavelmente interessante. (Pessoalmente, não aprecio muito!)

A aproximação, é bonita por um trilho entre pinheiros, com a particularidade de ter um cabo de aço, estilo via ferrata, já na fase final, que nos obriga a vestir o arnês, ainda sem o fato. Entra-se no canyon por um rapel de acesso à zona de início, onde poderão já estar várias dezenas de pessoas, a equipar-se e modo de espera…

O barranco decorre numa garganta de conglomerado, com alguns rapeis, saltos e tobogãs. A água não é muito transparente e o ponto alto, será, talvez, um salto possível no segundo rapel, para uma piscina encaixada e bonita.

A saída faz-se pela parte inicial do trilho de acesso, sendo curta e agradável.

 

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Neste terceiro dia, ainda reunimos energia para fazer mais um canyon. Chama-se Gorgonjon e é famoso, não só pela sua “intensidade”, mas por ter o nome de uma das mochilas muito comum, da marca Rodcle (Curiosamente, a que o Gustavo usou nesta atividade). É um barranco tão estreito, que não recomendam o uso de bidão e aconselham o uso de mochilas pequenas. Estamos a falar de 150m, encaixados numa garganta que por vezes não ultrapassa os 50cm de largura e, alargando até 1m, ocasionalmente, com água a passar com força, pelos pés e pela cabeça.

Este barranco era novo para todos os elementos do grupo, o que aumentou o grau de incerteza e de emoções.
Dois rapeis apenas, uma média de 2 acidentes mortais por ano, avisos de morte e 1 sifão “quase obrigatório”, na saída.
Não é nada de tão extraordinário como esta descrição sensacionalista, mas a expressão “curto, pero intenso” define-o muito bem!

RECOMENDÁVEL!

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4º e último dia – Via ferrata “El Espolon de la Virgen”

No último dia de atividades, com uma grande viagem de regresso, em mente. Decidimos fazer apenas uma via ferrata e partir em viagem. Escolhemos a via mais interessante da região, com cerca de 250m e belas paisagens sobre o Barranco de Mascun. A aproximação é bonita e tranquila e percorre alguns dos setores de escalada de referência de Rodellar (Dolfin, Surgências, ALi hulk…). A via em si, é muito bem conseguida, sendo bastante linear, na vertical, deixando-nos, por duas vezes, com um belo abismo debaixo dos pés. O desgaste físico é moderado, mas muito compensador pelas vistas e pelas sensações.

Terminamos a comer no famoso refúgio Kalandraka, frequentado pelas maiores celebridades da escalada de todo o mundo!

Recomendado, no final dum dia de escalada ou pela manhã, antes duma viagem de regresso.

 

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E assim deixamos a nossa sugestão de algumas atividades, possíveis na Serra de Guara.
Estariam também nas nossas possibilidades a via ferrata de Bierges e um ou outro dos canyons mais longos, como o Mascun ou o Gorgas Negras, que ficarão para outras oportunidades.

Seguimos com…
“Boas práticas… em bom ambiente”

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Picos da Europa – percurso de 4 dias

Escola de Montanha

Picos da Europa

A título de sugestão, descrevemos uma atividade realizada num estágio de montanhismo, da Escola de Montanha, nos Picos da Europa, em Julho 2017. Realizamos uma marcha de montanha, “quase circular”, de 4 dias, incluindo diversas partes do Anilho Extremo, no Maciço Central, com estadia em Refúgios.

Acedemos aos Picos da Europa, via Arenas de Cabrales e Sotres. Deixamos uma viatura em Ponte de Poncebos e subimos na outra para o Collado de Pandebano.

1º dia:

Fizemos a caminhada deste o Collado de Padebano (1120m) até ao Refugio Vega de Urriellu (1950m), também chamado de Delgado Ubeda (aquele que fica mesmo por baixo do Naranju). É uma caminhada de pouco mais que 6kms, mas com cerca de 800m de desnível.
Digamos que é sempre sempre a subir e com as mochilas ainda pesadas de primeiro dia. Mas foi bom para começar!
Não contentes, nem cansados, ainda fizemos a aproximação à face sul do Naranju, para tentar ver as vias que os nossos companheiros iriam escalar nos dias seguintes.

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2º dia:

Este segundo dia foi o mais duro. Não havia como evitar!!!
Seguimos para Sul, em direção à Cabana Verónica. Passamos por duas formações geológicas magníficas (Jou sin Tierra e Jou de los Bouches). Geologicamente chamados de dolinas, são depressões típicas do relevo carstico, provocados pelo abatimento de camadas abaixo da superfície. Após estes jous, demos de frente com os Horcados Roxos. Uma subida íngreme, que com o auxílio de correntes e cabos de aço, nos faz subir 200m de “parede” até aos 2350. Daqui descemos e subimos até um dos refúgios mais curiosos que se podem conhecer em montanha – Cabana Verónica. Um abrigo para 5 ou 6 pessoas, com um guarda permanente! Um figura curiosa!

Mas a parte mais difícil ainda estaria para vir!!! Um caótico percurso entre rochas fascinantes, mas massacrantes para os pés, levou-nos até novo Jou, novo colo, nova descida, novo colo e… finalmente, o tão esperado Refúgio do Collado Jermoso. Fomos muito bem acolhidos e acomodados aqui! É um refúgio muito acolhedor com um excelente serviço. Gostamos! Por mais estranho que nos pareça, os tracks indicam apenas 9kms, mas muito duros, no que toca ao desnível e dificuldade de progressão. Mas este dia reservou-nos ainda a particularidade de termos caminhado em 3 regiões de Espanha: Astúrias, Cantábria e Leon.

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3º dia

O terceiro dia foi sempre a descer, desde os 2100m aos 400m! Um corredor muito íngrime, difícil para os mais sensíveis às alturas, mais uns trilhos até um colo de Soano, e nova descida íngreme até Vega de Asotin. Depois a descida até Cordinañes de Valdeon, através dum refrescante bosque de Faias e, terminamos com um passeio fácil até Caín.

Cerca de 12kms e um desnível de 1700m, foram os ingredientes de um dia mais descansado e muito bonito.
Em Cain, de volta à civilização e ao mercado, ficamos alojados no albergue El Diablo de la Peña, onde fomos também muito bem recebidos. Recomendamos!

 

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4º e último dia:

O último dia deste percurso foi o mais relaxado e turístico. Fizemos apenas a Ruta del Caires, até Ponte de Poncebos, onde tínhamos uma das viaturas. Neste percurso tudo muda… o espírito, a dificuldade e o público, passando a ser muito turístico.
De qualquer forma, é um percurso altamente recomendado. Das melhores combinações  que se podem encontrar em montanha, entre baixa dificuldade e paisagens extremas. Com os túneis cavados na rocha, os enormes abismos, as cabras e gralhas e as lagoas transparentes ao fundo da garganta. Simplesmente fantástico e altamente recomendado!

Seria possível fechar o círculo, subindo a Bulnes e depois a Poncebos, o que acrescentaria uns 7kms e muito desnível ao nosso último dia, seguido de uma viagem de regresso directa a casa.

 

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Terminamos assim a descrição desta atividade, esperando que sirva de sugestão para a quem quiser realizar em autonomia.

Seguimos com… “Boas práticas… em bom ambiente!”

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MiZaReLaR 2017

2ª edição do Mizarelar, pretende renovar o conceito de um encontro multidisciplinar de atividades de montanha, em torno dum local de referência paisagística, geológica e desportiva – Frecha da Mizarela.

Pretende juntar praticantes de várias modalidades, tais como; escalada, canyoning, caminhada, btt, entre outas, num convívio salutar. Este ano, conta ainda com workshops de formação e duas palestras de convidados. A participação é gratuita, para os praticantes autónomos, com seguro desportivo.

A organização é da Escola de Montanha, com apoio da AGA – Associação Geoparque Arouca, Câmara Municipal de Arouca, ECDC Portugal e Tobogã.

Link online Ficha de Inscrição: https://goo.gl/forms/fjnP8IU9Vy22o2f22
Encontro Multidisciplinar de Montanha

Mizarelar 2017

Programa:

Dia 15 (Sábado)

  • 10h – Abertura do secretariado – Loja Interativa de Turismo de Arouca
  • 14h – Início das atividades, na Serra da Freita
    Workshops:
    1. Competências de Guia de Percursos Pedestres
    2. Técnicas de Rapel – “descensores de toda a forma e feitio”
    3. Mecânica de Bicicleta
    4. Workshop Escalada – Técnicas de auto -resgate
  • 20h – Jantar: Restaurante Ponto Alto, Mizarela
  • 22h – Palestra com os convidados:
    1. António Brandão – “Risco em Atividades de Aventura”
    2. Nelson Cunha – “Como não subir ao Monte Branco”

Dia 16 (Domingo)

  • 9h – Secretariado, junto do Restaurante Ponto Alto, Mizarela
  • 10h – Início das atividades- Percurso Pedestre
    – Passeio de Bicicleta de Estrada
    – Descidas de Canyoning, não enquadrada
    – Escalada Clássica e Desportiva
  • 19h – Encerramento do evento

Ficha de Inscrição on line

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Estágio CANYONING e VIAS FERRATAS GUARA 2017

A Escola de Montanha está a organizar um Estágio de Canyoning e Vias Ferratas, na Serra de Guara (Espanha) a decorrer entre os dias 26 a 30 julho.

Está prevista a descida de alguns dos troços de canyoning mais conhecidos da serra de guara. Os canyonings desta serra são, na sua maioria, acessíveis, lúdicos e com temperatura de água agradável. Iremos descer alguns dos mais conhecidos e comerciais, como Óscuros de Balces, Formiga e Pionera e poderemos ainda descer um dos mais longos como o Mascun ou o Gorgas Negras.

Nos finais de tarde, a atividade será complementada com subida de algumas vias ferratas na região. São acessíveis e muito bonitas.

A atividade tem um custo de inscrição de 200€, que inclui equipamento coletivo, seguro e enquadramento. Não inclui a deslocação, estadia (parques de campismo ou bangalôs), refeições e equipamento individual.
Para aceder à ficha de inscrição clique no link abaixo:
https://goo.gl/forms/60cw7XwKecWWvS6p2

Estão previstos descontos para formandos da Escola de Montanha e Tobogã.
Se necessitar de mais alguma informação, estamos ao seu dispor.

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EsCaRaMuLaR 2017 (Fotos)

A Escola de Montanha, coorganizou a reedição do EsCaRaMuLaR, com o Núcleo de Escalada da ACERT, contando com apoio da Junta de Freguesia do Guardão e a Decathlon Viseu.

Assim, 10 anos depois do primeiro encontro de escalada, voltamos a encher as paredes do Caramulinho, com boa gente.
Desta vez, com um espírito de missão de requalificar esta zona de escalada, já um pouco esquecida.
Os 24 participantes foram imparáveis e deixaram as vias como novas.
Foram limpas umas mais de 20 vias, dum total de 35.

Como graus Célcios eram bem mais que 35, o encontro teve direito a pausa para conhecer a praia fluvial de S. João do Monte.
À noite, tivemos jantar de convívio, assistimos a uma palestra sobre “Como não subir ao Monte Branco”, seguindo-se festa no Caramulo, ao som dos “Índice”, na Feira Gastronómica do Cabrito. No Domingo de manhã, houve caminhada e retomaram-se as atividades de escalada, limpeza, mergulhos e mais escalada até quase ao sol se pôr.

Estamos agradecidos a todos os participantes e colaboradores pelo sucesso de mais um evento, com…
Boas práticas… em bom ambiente!!!

 

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O próximo evento será o MiZaReLaR 2017, nos dias 15 e 16 de julho
“Boas práticas… em bom ambiente!”

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3ª prova – Resultados cada vez melhores!!!

A “nossa” equipa de competição, do Núcleo de Escalada da ACERT, participou na 3ª etapa do circuito nacional de escalada de bloco da Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada.
Os “nossos” escaladores estão a melhorar imenso na performance e na forma como se entregam à competição.
Os “nossos” resultados também estão cada vez melhores.
Faltam 2 provas neste circuito e mais duas no circuito de dificuldade.

A continuar assim, poderemos ter 2 campeões nacionais em 2017!!!

 

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Segue a preparação para as próximas provas.
“Boas práticas… em bom ambiente!”

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Formação de canyoning jun 2017

Mais um grupo que fez formação de canyoning na Escola de Montanha.
Esperamos que tenham aprendido boas práticas para desfrutar da atividade, em bom ambiente!

 

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Equipa de Escalada de Competição

A Escola de Montanha apoia a equipa de escalada do Núcleo de Escalada da ACERT.
Esta equipa treina 2 vezes por semana, em Tondela, orientada pelo nosso formador Nelson Cunha.
Demos início à participação no Circuito Competitivo da Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada 2017.

Esta primeira participação foi excelente, com 4 elementos a classificarem-se muito bem dentro dos seus escalões.
A saber:

  • Diana Silva, em 9º, nos iniciados feminino
  • David Almeida, em 6º nos iniciados masculinos
  • Gustavo Cunha, em 2º nos iniciados masculinos e
  • Catarina Ferreira, em 1º nas juniores femininas

A preparação para as próximas provas continua.

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Autónomos!

Terminado o segundo fim-de-semana de formação, este grupo de formandos, ficou com as bases para prática de atividades de montanhismo, em autonomia. Tiveram uma excelente experiência de progressão e pernoita em terreno nevado!

Venham mais formandos e mais formações destas que a montanha agradece!

 

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A caminho da autonomia!

Mais um grupo de formandos a fazer formação de autonomia em montanhismo.
No primeiro fim-de-semana aprenderam e praticaram os fundamentos.
O que levar e como organizar uma mochila, como se alimentar, pernoitar e progredir em montanha.
Bases da orientação e meteorologia de montanha.

Agradecimento especial ao Arouca Geopark, pela cedência de espaço para a sessão introdutória do curso.

Falta ainda uma marcha de 2 dias para aprenderem e praticarem mais!
Deixamos-vos algumas das imagens registadas nas Serras da Arada e Freita.

 

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